"teu sorriso é uma navalha
que abre o meu coração"
Aproveito o silêncio destes dias sozinha em casa para ouvir joão. e ouço diariamente, duas vezes ao dia, pelo menos. As letras são lindas e o violão doce, mais lírico do que nunca. É um disco que me remete ao passado, possui uma ancestralidade latente, não só por trazer de volta a parceria João Bosco e Aldir Blanc, que foi tão importante pra música brasileira e que volta com força em quatro faixas do disco, mas também pela sonoridade (palavrinha tão em moda ultimamente) que é tão limpa, água pura da fonte. E a fonte aqui é, obviamente, Orlando Silva, João Gilberto, Caymmi, as paisagens mineiras e, claro, o nosso Rio de Janeiro. Sete das treze faixas é só voz e violão, o que evoca um intimismo grande, é como se o João tivesse ali no meu sofá tocando... Quem dera!!! Aldir colocou letra em “Mentiras de verdade” e “Plural singular” e João fez música os poemas “Navalha” e “Sonho de caramujo”. "Jimbo no Jazz" é ótima, parceria com o velho malando Nei Lopes. Os contorcionismos vocais de João estão praticamente ausentes, restou um intérprete que se não vai pro céu, nos deixa nas nuvens!
1.
2.
3.
4.
5.
6. Desnortes (João Bosco e Francisco Bosco)
7.
8.
9. Jimbo no
10.
11. Ingenuidade (
12.
13.















